Offline
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/ea2ed76746a1289badf9810c08efa7fd.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/f3b012bb167d4d03daf1ccd6a236b696.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/2a6d9048d68d6f617b3cd6b014364367.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/b4198d71ef2b61cc22731e0214d4881c.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/6c7af09dddbbd72d02edf9e615f5bef7.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/06f132d5b5304e45c21920efc1e7a68d.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/3a5378586fc98c65b9c6871a944237d7.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/27e724119dee63ba9ea5fe82ee458127.png
Degradação do solo afeta 1,7 bilhão de pessoas no mundo
FAO alerta para impacto de práticas agrícolas insustentáveis
Radioagência Nacional - Por Gabriel Brum
Publicado em 04/11/2025 14:16
Cultura
© Fernando Frazão/Agência Brasil

A redução da produção agrícola por causa da degradação do solo afeta cerca de um bilhão e setecentos milhões de pessoas no mundo, de acordo com pesquisa da FAO, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura.

Segundo a instituição, a pressão humana é cada vez mais predominante nos fatores para diminuir a qualidade da terra. Atividades como a desflorestação, o pastoreio excessivo e práticas agrícolas e de irrigação insustentáveis estão entre as principais ações.

O relatório afirma que o fenômeno é global. A maioria das pessoas afetadas vive em regiões de agricultura familiar e em grave vulnerabilidade socioeconômica.

A recuperação de 10% das terras degradadas já seria o suficiente para alimentar mais 154 milhões de pessoas por ano.

Para isso, é necessário a adoção de práticas como rotação de culturas e culturas de cobertura, que são plantas cultivadas não para serem colhidas, mas para melhorar o solo entre as safras. 

Com relação ao Brasil, a FAO diz que o país combina regulação com iniciativas privadas. Por exemplo, as moratórias da soja e da carne, que proíbem a compra dos produtos de áreas desmatadas da Amazônia. A iniciativa, que não é uma regra formal, complementa a legislação oficial e ajudou a reduzir o desmatamento.

O documento ainda cita as cotas de reserva ambiental em Mato Grosso. Proprietários com mais vegetação nativa que o determinado por lei podem vender créditos para quem não tem o suficiente. A medida incentiva a preservação e restauração de florestas

Fonte: Radioagência Nacional
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.
Comentários