Offline
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/ea2ed76746a1289badf9810c08efa7fd.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/f3b012bb167d4d03daf1ccd6a236b696.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/2a6d9048d68d6f617b3cd6b014364367.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/b4198d71ef2b61cc22731e0214d4881c.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/6c7af09dddbbd72d02edf9e615f5bef7.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/06f132d5b5304e45c21920efc1e7a68d.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/3a5378586fc98c65b9c6871a944237d7.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/27e724119dee63ba9ea5fe82ee458127.png
Polícia do Rio mira esquema que desviava verbas de creches
Apenas uma instituição recebeu R$ 9 milhões
Por Agência Brasil
Publicado em 04/11/2025 15:36
Cultura
© Tânia Rêgo/Arquivo/Agência Brasil

A Polícia do Rio de Janeiro faz uma operação nesta terça-feira (4) contra pessoas acusadas de desviar verbas destinadas a creches, situadas  na zona oeste da capital. Um dos alvos é a vereadora Gigi Castilho (Republicanos). A Justiça autorizou o cumprimento de 29 mandados de busca e apreensão.

Segundo as investigações, os acusados usavam notas fiscais superfaturadas para desviar verbas repassadas pela prefeitura do Rio a sete creches conveniadas. Esses estabelecimentos privados são contratados pelo poder público para oferecer o serviço em locais onde não há creches municipais.

Para viabilizar o esquema, os acusados também abriram empresas de fachada em nome de laranjas. Essas empresas emitiam notas por produtos e serviços que não foram entregues, mas ainda assim eram apresentadas à Secretaria Municipal de Educação para justificar o repasse de recursos.

Saques em espécie

A polícia também identificou que apenas uma das creches recebeu cerca de R$ 9 milhões em seis meses, mas cerca de R$ 1,5 milhão foram retirados das contas das instituições em 816 saques em espécie. A movimentação foi considerada incompatível com o perfil e as atividades da instituição. 

Com a operação de hoje, os investigadores esperam coletar documentos, computadores, celulares, mídias eletrônicas e materiais contábeis para subsidiar a análise financeira do esquema. Além disso, os trabalhos prosseguem para identificar todos os participantes e verificar se há funcionários públicos envolvidos. 

A Agência Brasil tentou contato com a vereadora Gigi Castilho por meio de seu gabinete, mas não obteve resposta. A Secretaria Municipal de Educação também foi procurada, mas ainda não se manifestou.

Fonte: Agência Brasil
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Agência Brasil.
Comentários