Offline
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/ea2ed76746a1289badf9810c08efa7fd.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/f3b012bb167d4d03daf1ccd6a236b696.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/2a6d9048d68d6f617b3cd6b014364367.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/b4198d71ef2b61cc22731e0214d4881c.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/6c7af09dddbbd72d02edf9e615f5bef7.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/06f132d5b5304e45c21920efc1e7a68d.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/3a5378586fc98c65b9c6871a944237d7.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/27e724119dee63ba9ea5fe82ee458127.png
COP30: sociedade civil pede medidas urgentes
Instituições destacam papel da Amazônia nas soluções
Radioagência Nacional - Por Gésio Passos
Publicado em 10/11/2025 08:14
Cultura
© Tânia Rêgo/Agência Brasil

Entidades da sociedade civil esperam a definição de ações concretas para enfrentar as mudanças climáticas na COP30, em Belém, no Pará. Para elas, é preocupante a falta de compromisso dos países com o Acordo de Paris, de 2015, que busca impedir um aumento da temperatura do planeta.

André Guimarães, diretor executivo do IPAM – Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, diz que a sociedade precisa fazer pressão.

"A sociedade civil espera muito resultado concreto da COP. Nós enquanto sociedade civil queremos executar ações, queremos sair dessa enrascada climática que a gente se meteu. Para isso, precisamos de dinheiro, precisamos de compromisso, precisamos de visão política estratégica. Esta é a COP da implementação. Precisamos sair de Belém agindo no dia seguinte."

Para Ciro Brito, analista de políticas climáticas do ISA – Instituto Socioambiental, a COP na Amazônia permite encontrar soluções para o planeta a partir participação dos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. 

"Com a COP30, o Brasil tem a chance de reconhecer e valorizar as soluções que há muitos anos vêm sendo apresentadas por quem protege a floresta, por quem planta, por quem colhe. Povos indígenas quilombolas e comunidades tradicionais desenvolvem essas soluções cuidando da terra e mostrando que o caminho mais eficaz e justo para a crise climática é proteger o planeta."

Em Belém ocorre também uma série de atividades paralelas, como a Cúpula dos Povos, que começa na quarta-feira, na Universidade Federal do Pará. O evento vai reunir movimentos sociais, indígenas, quilombolas e ribeirinhos de mais de 62 países para discutir uma transição justa do clima.

Fonte: Radioagência Nacional
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.
Comentários