Offline
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/ea2ed76746a1289badf9810c08efa7fd.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/f3b012bb167d4d03daf1ccd6a236b696.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/2a6d9048d68d6f617b3cd6b014364367.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/b4198d71ef2b61cc22731e0214d4881c.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/6c7af09dddbbd72d02edf9e615f5bef7.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/06f132d5b5304e45c21920efc1e7a68d.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/ca2a352bcead2ca8cc03907444ae8543.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/27e724119dee63ba9ea5fe82ee458127.png
Brasil defende inclusão dos pobres no orçamento público
Tema foi abordado durante conferência da OCDE em Paris
Agência Brasil - Por Pedro Peduzzi
Publicado em 11/05/2026 17:05
Cultura
© Roberta Aline/MDS

O Brasil defendeu, nesta segunda-feira (11), durante conferência da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris, que a inclusão da população mais pobre no orçamento público é uma condição essencial para o desenvolvimento, uma vez que, quando as condições de vida melhoram, a economia também se fortalece.

“Não há separação entre esses dois fatores”, disse o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, durante o painel de abertura do evento, após afirmar que investimento social voltado aos mais pobres é algo que reflete positivamente também no desenvolvimento econômico de um país.

Segundo Dias, o combate à fome e à pobreza precisa deixar de ser tratado como uma ação isolada e passar a integrar o núcleo das decisões econômicas. Na avaliação do ministro, esse enfrentamento deve estar no centro das estratégias globais não apenas por razões sociais, mas também pelos impactos na estabilidade e no desenvolvimento dos países.

Renda, emprego e serviços

“Tirar as pessoas da fome é apenas o começo. É preciso reforçar com outras políticas que ajudem as pessoas a superarem a miséria e a pobreza”, argumentou ao lembrar que o Brasil adotou como diretriz a inclusão dos mais pobres no orçamento público, o que, segundo ele, permitiu ampliar os acessos a renda, emprego e serviços essenciais.

A estratégia, afirmou, contribui não apenas para reduzir a pobreza, mas também para dinamizar a economia. Nesse sentido, o governo brasileiro defende que políticas de combate à fome sejam acompanhadas por ações estruturantes, capazes de promover geração de renda e inclusão produtiva.

“A transformação ocorre quando proteção social, segurança alimentar, crédito, educação e geração de renda são articulados de forma integrada — e quando resiliência climática, resposta à crise e proteção social avançam juntas por sistemas nacionais”, argumentou.

 

Fonte: Agência Brasil
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Agência Brasil.
Comentários