Offline
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/92e9943c4b6a843132c0593804b6008b.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/ec1a6737236065c854e5b71634d701b8.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/67d05ae2f9186017fd9415d335b6c506.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/4a704619e9ea74603e62738b6a5f7439.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251899/slider/7b014902ef945c2b9c0b5b25dee2ceb8.png
Anúncios e e-mails falsos tentam enganar quem busca renegociar dívidas
Golpes usam imagens do governo e de empresas de forma indevida.
Radioagência Nacional - Por Tatiana Alves
Publicado em 10/08/2026 15:52
Novidades
© Tânia Rêgo/Agência Brasil

Anúncios e e-mails falsos estão sendo usados em fraudes contra quem busca renegociar dívidas. A informação é de um levantamento do NetLab da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que flagrou 544 propagandas enganosas nas plataformas da Meta entre abril e junho deste ano. Desse total, 38% foram criadas com inteligência artificial. 

O estudo mostra, ainda, que 49% dos anúncios citavam o suposto programa "Libera Brasil", que não existe. E que 72% usavam de maneira indevida o nome e a imagem do governo e de marcas famosas dos setores financeiro e de comunicação para dar aspecto de veracidade às fraudes.

O Ministério da Fazenda faz um alerta à população sobre golpes aplicados por meio de anúncios falsos no Facebook, Instagram e WhatsApp. As publicações usam de forma indevida o nome e os símbolos do Governo Federal para iludir quem está interessado em quitar ou renegociar pendências financeiras, geralmente com o envio de links e mensagens pela internet.

Fica o aviso: a renegociação de dívidas acontece diretamente com os bancos. O governo não possui sites específicos para isso e não envia links, mensagens ou SMS.

Todas as orientações sobre renegociação estão disponíveis no portal e nos canais oficiais do Ministério da Fazenda.
 

Fonte: Radioagência Nacional
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.
Comentários